Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.
OS CAMINHOS VÃO TER MAIS FULGOR.
O SENHOR QUER AS VIDAS ORNADAS,
PARA A FESTA DA VIDA E DO AMOR.
VEM SENHOR!
VEM SALVAR TEU POVO,
DEUS CONOSCO EMANUEL
NESTE PÃO, UM MUNDO NOVO
QUER TEU POVO, DEUS FIEL!
VÃO BROTAR EM DESERTOS MIL FONTES,
QUE CANTEIROS DE PAZ VÃO REGAR.
TAMBÉM VIDAS SEM LUZ DE HORIZONTES,
NA LUZ VIVA DO CÉU VÃO BRILHAR.
NOSSO DEUS VEM PLANTAR A JUSTIÇA,
NESTE MUNDO DE SONHOS TÃO VÃOS.
E BANIR PARA SEMPRE A COBIÇA,
QUE DESTRÓI SEMPRE A VIDA DE IRMÃOS.
Pres: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Ass: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres: A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.
ATO PENITENCIAL
Pres: Quando pecamos, rompemos com a vida, dom de Deus. Dai-nos hoje, Senhor, um coração renovado pelo arrependimento e por vossa misericórdia.
Após um momento de silêncio, o sacerdote propõe as seguintes invocações:
Pres: Senhor, sois paciência e bondade, purificai-nos de nossos pecados e tende piedade de nós.
Ass: Senhor, tende piedade de nós.
Pres: Cristo, sois a plenitude da graça e da redenção, assisti-nos em nossa fraqueza e tende piedade de nós.
Ass: Cristo, tende piedade de nós.
Pres: Senhor, confiais ao ser humano a condução de mundo, dai-nos perseverar na justiça e tende piedade de nós.
Ass: Senhor, tende piedade de nós.
Segue-se a absolvição:
Pres: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass: Amém.
ORAÇÃO DO DIA
Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Deus de misericórdia, vendo o ser humano entregue à morte, quisestes salvá-lo pela vinda do vosso Filho; fazei que, ao proclamar humildemente o mistério da encarnação, entremos em comunhão com o Redentor. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ass: Amém.
PRIMEIRA LEITURA
O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Naqueles dias, após tê-lo desmamado, Ana tomou-o consigo, e levando também três touros, um efá de farinha e um odre de vinho, conduziu-o à casa do Senhor em Silo. O menino era ainda muito criança.Imolaram o touro e conduziram o menino a Heli.Ana disse-lhe: "Ouve, meu Senhor, por tua vida, eu sou aquela mulher que esteve aqui em tua presença orando ao Senhor.Eis aqui o menino por quem orei; o Senhor ouviu o meu pedido.Portanto, eu também o dou ao Senhor: ele será consagrado ao Senhor para todos os dias de sua vida". E prostraram-se naquele lugar diante do Senhor.
Ass: Graças a Deus.
RESPONSÓRIO
— Meu coração exultou no meu Senhor salvador.
— Exulta no Senhor meu coração,
e se eleva a minha fronte no meu Deus.
Minha boca desafia os meus rivais
porque me alegro com a vossa salvação.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
Ó rei e Senhor das nações e pedra angular da Igreja, vinde salvar a mulher e o homem, que, um dia, formastes do barro.
Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Diác: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;
Pres: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác ou Sac: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác ou Sac: Início do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas.
Ass: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Naqueles dias, Maria disse: "Minha alma glorifica ao Senhor,
meu espírito exulta de alegria em Deus, meu Salvador,
porque olhou para sua pobre serva. Por isto, desde agora, me proclamarão bem-aventurada todas as gerações,
porque realizou em mim maravilhas aquele que é poderoso e cujo nome é Santo.
Sua misericórdia se estende, de geração em geração, sobre os que o temem.
Manifestou o poder do seu braço: desconcertou os corações dos soberbos.
Derrubou do trono os poderosos e exaltou os humildes.
Saciou de bens os indigentes e despediu de mãos vazias os ricos.
Acolheu a Israel, seu servo, lembrado da sua misericórdia,
conforme prometera a nossos pais, em favor de Abraão e sua posteridade, para sempre".
Maria ficou com Isabel cerca de três meses. Depois voltou para casa.
Ass: Glória a vós, Senhor.
O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
HOMILIA
Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.
Tomada de posse do novo Pároco
4. O
Pároco então professa sua fé.
Pároco e Vigário: Eu N. creio firmemente e professo todas e cada uma das verdades contidas no Símbolo da Fé, a saber:
Creio em um só Deus, Pai Todo-Poderoso,
criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis.
Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai
antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de
Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele
todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação,
desceu dos céus: e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da
Virgem Maria, e se fez homem.
Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado.
Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu
aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir,
em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não
terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai
e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou
pelos profetas. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um
só batismo para remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos
e a vida do mundo que há de vir. Amém.
Com firme fé também creio tudo o que na palavra de Deus escrita ou transmitida
se contém e que é proposto como divinamente revelada e de fé pela Igreja, quer
em solene definição, quer pelo magistério ordinário e universal.
Firmemente também acolho e guardo todas e cada uma das afirmações que são
propostas definitivamente pela mesma Igreja, a respeito da doutrina sobre a fé
e os costumes.
Enfim presto minha adesão com religioso acatamento de vontade e inteligência as
doutrinas enunciadas, quer pelo Romano Pontífice, quer
pela Conferencia dos Bispos, ao exercer o
Magistério autêntico, ainda que não sejam proclamadas por
ato definitivo.
5. O novo pároco e o vigário impondo sua mão direita sobre o evangeliário, diz:
Diocese do Tabosa prometo conservar sempre a comunhão
com a Igreja católica, quer em palavras por mim proferidas, quer em
meu procedimento.
Com grande diligência e fidelidade desempenharei os ofícios, pelos
quais estou ligado em função da Igreja, tanto universal, como particular,
na qual, conforme as normas do direito, sou chamado a exercer meu
ofício.
Ao desempenhar meu ofício, que em nome da Igreja me foi
conferido, guardarei integralmente o depósito da fé, que com fidelidade
transmitirei e explicarei; quaisquer doutrinas, portanto, contrárias a este
depósito, serão por mim evitadas.
Hei de seguir e promover a disciplina comum de toda a Igreja, e
acatar a observância de todas as leis eclesiásticas, sobretudo aquelas
que estão contidas no Código de Direito Canônico.
Com cristã obediência seguirei o que declaram os sagrados
Pastores, como autênticos doutores e mestres da fé ou o que
estabelecem como orientadores da Igreja, e prestarei fielmente auxílio
aos Bispos Diocesanos, a fim de que a ação apostólica, a ser exercida em
nome e por mandato da Igreja, se realize em comunhão com a mesma
Igreja.
Assim Deus me ajude e os Santos Evangelhos, que toco com minhas
mãos.
ENTREGA DOS LOCAIS QUE VIRÃO A SER CONSAGRADOS PELO SEU MINISTÉRIO
DOM: Recebe, filho caríssimo, esta Igreja. Lembra-te que ela pertence a Cristo Jesus, pois é Ele próprio por meio dos seus ministros, quem ensina, governa e santifica os fiéis. Imploro ao Pai Eterno que te faça sempre mais digno de exercer tão santas funções.
(Recebe também a Fonte Batismal, na qual irás administrar o Sacramento do Batismo e, por Ele, muitos irão renascer e poderão, pela misericórdia de Deus, ingressar na Igreja, que é o seu povo de particular propriedade; e se unirão com Cristo, que é o primogênito entre os muitos irmãos; e, finalmente, por terem recebido o Espírito de Adoção, poderão orar a Deus-Pai com o novo título de filhos.)
Recebe, ainda o Confessionário: daquela sede sagrada, o Senhor Jesus concede aos que estão oprimidos sob o peso dos seus pecados a graça de retornarem purificados no sangue redentor; exerce, pois, com dignidade e fidelidade, este ministério que Cristo confiou à sua Igreja.
Zela, filho caríssimo, pelo Tabernáculo, no qual está guardado o sacramento do Corpo e Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo: que possas sempre adorar o Cristo lá presente; que Ele seja, para ti e esta comunidade paroquial, a fonte inesgotável de unidade e de paz.
A NOSSA OFERTA
A NOSSA OFERTA
APRESENTAMOS NO ALTAR
E TE PEDIMOS VEM SENHOR,
NOS LIBERTAR.
1. A CHUVA MOLHOU A TERRA
O HOMEM PLANTOU UM GRÃO
A PLANTA DEU FLOR E FRUTOS
DO TRIGO SE FEZ O PÃO.
2. O HOMEM PLANTOU VIDEIRAS
CERCOU-AS COM SEU CARINHO
DA VINHA BROTOU A UVA
DA UVA SE FEZ O VINHO.
3. OS FRUTOS DA NOSSA TERRA
E AS LUTAS DOS FILHOS TEUS
SERÃO, PELA TUA GRAÇA
PÃO VIVO QUE VEM DOS CÉUS.
4. RECEBE, PAI, NOSSAS VIDAS
UNIDAS AO PÃO E VINHO
E VEM CONDUZIR TEU POVO
GUIANDO-O NO TEU CAMINHO.
APRESENTAÇÃO DAS OFERENDAS
Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.
Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucarística, ou outros dons para o auxílio da comunidade e dos pobres.
O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, senhor, Deus do Universo, pelo pão que recebemos da Vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Pão da vida.
Se não houver canto ao ofertório o povo acrescenta a aclamação:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d´água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da Vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Vinho da Salvação.
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
Coloca o cálice sobre o corporal.
O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.
O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres: Orai, irmãos e irmãs, para que nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas;
Pres:Ó Deus, cheios de confiança no vosso amor de Pai, acorremos a este altar com nossas oferendas; dai-nos a graça de ser purificados pela eucaristia que celebramos. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.
PREFÁCIO DO ADVENTO II
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Predito por todos os profetas, esperado com amor de mãe pela Virgem Maria, Jesus foi anunciado e mostrado presente no mundo por são João Batista. O próprio Senhor nos dá a alegria de entrarmos agora no mistério do seu Natal, para que sua chegada nos encontre vigilantes na oração e celebrando os seus louvores. Por essa razão, agora e sempre, nós nos unimos aos anjos e a todos os santos, dizendo a uma só voz...
ORAÇÃO EUCARÍSTICA III
109. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Na verdade, vós sois santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir o vosso povo, para que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr-do-sol, um sacrifício perfeito.
O povo aclama:
Ass: Santificai e reuni o vosso povo!
110. Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Pres: Por isso, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para sempre consagradas,
une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a fim de que se tornem o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
une as mãos
que nos mandou celebrar este mistério.
Ass: Santificai nossa oferenda, ó Senhor!
111. Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres: Na noite em que ia ser entregue,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o pão, deu graças, e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.
112. Então prossegue:
Pres: Do mesmo modo, ao fim da ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente, e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, colocando-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.
113. Em seguida, diz:
Pres: Eis o mistério da fé!
O povo aclama:
Ass: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.
114. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Celebrando agora, ó Pai, a memória do vosso Filho, da sua paixão que nos salva, da sua gloriosa ressurreição e da sua ascensão ao céu, e enquanto esperamos a sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício de vida e santidade.
Ass: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta.
Pres: Olhai com bondade a oferenda da vossa Igreja, reconhecei o sacrifício que nos reconcilia convosco e concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, sejamos repletos do Espírito Santo e nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.
Ass: Fazei de nós um só corpo e um só espírito!
1C: Que ele faça de nós uma oferenda perfeita para alcançarmos a vida eterna com os vossos santos: a virgem Maria, mãe de Deus, são José, seu esposo, os vossos apóstolos e mártires, N. (o santo do dia ou patrono) e de todos os santos, que não cessam de interceder por nós na vossa presença.
Ass: Fazei de nós um perfeita oferenda!
2C: E agora, nós vos suplicamos, ó Pai, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja, enquanto caminha neste mundo: o vosso servo o papa Bento o nosso bispo Giovanni, com o nosso Pároco Gregorio e o Vigário Giovanni Ferrari, com os bispos do mundo inteiro, o clero e todo o povo que conquistastes.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
*Aqui pode-se fazer a menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n.109.
2C: Atendei as preces da vossa família, que está aqui, na vossa presença. Reuni em vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!
3C: Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,
Une as mãos
por Cristo, Senhor nosso.
Ass: A todos saciai com vossa glória!
3C: Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.
115. Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
Ass: Amém.
ORAÇÃO DO SENHOR
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
Ass: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
Ass: Amém.
O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
Ass: O amor de Cristo nos uniu.
SAUDAÇÃO DA PAZ
Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.
FRAÇÃO DO PÃO
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Ass: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo,pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
Ou:
Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tonem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio para a minha vida.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres: Minha alma glorifica o Senhor... o Poderoso fez em mim grandes coisas
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
COMUNHÃO
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.
Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor,que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.
CANTO DE COMUNHÃO
OUÇO UMA VOZ
OUÇO UMA VOZ LÁ NO DESERTO A GRITAR:
UMA ESTRADA PREPARAI PARA O SENHOR.
ENDIREITAI OS SEUS CAMINHOS POIS ELE VEM
E LOGO MAIS AVISTAREIS O SALVADOR!
LOUVA, JERUSALÉM, LOUVA O SENHOR TEU DEUS:
TUAS PORTAS REFORÇOU E OS TEUS ABENÇOOU.
TE CUMULOU DE PAZ E O PÃO DO CÉU TE TRAZ.
SUA PALAVRA, ENVIA, CORRE VELOZ SUA VOZ.
DA NÉVOA DESCE O VÉU, UNINDO A TERRA E O CÉU.
AS NUVENS SE DESMANCHAM, O VENTO SOPRA E AVANÇA.
AO POVO REVELOU PALAVRAS DE AMOR.
A SUA LEI NOS DEU E O MANDAMENTO SEU.
COM NINGUÉM FEZ ASSIM, AMOU ATÉ O FIM.
A VIRGEM MÃE SERÁ, UM FILHO À LUZ DARÁ;
SEU NOME: EMANUEL "CONOSCO DEUS DO CÉU”.
O MAL DESPREZARÁ, O BEM ESCOLHERÁ.
AO PAI DO CÉU LOUVEMOS E AO QUE VEM, CANTEMOS.
E AO DIVINO, ENTÃO, A NOSSA LOUVAÇÃO!
OS TRÊS, QUE SÃO UM DEUS, EXALTE POVO SEU!
ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Alimentados pelo pão espiritual, nós vos suplicamos, ó Deus, que, pela participação nesta eucaristia, nos ensineis a julgar com sabedoria os valores terrenos e colocar nossas esperanças nos bens eternos. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.
Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
BENÇÃO SOLENE
O sacerdote abrindo os braços, saúda o povo:
Pres: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass: Ele está no meio de nós.
O sacerdote diz:
Inclinai-vos para receber a bênção.
Em seguida, o sacerdote, com as mãos estendidas sobre o povo, diz a oração:
Pres: Que o Deus onipotente e misericordioso vós ilumine com o advento de seu filho,em cuja vinda credes e cuja volta esperais,e derrame sobre vos as suas bençãos.
Ass: Amém.
Pres: Que durante esta vida ele vos torne firmes na fé,alegres na esperança e solícitos na caridade.
Ass: Amém.
Pres: Alegrando-vos agora pela vinda do salvador feito homem, sejais recompensados com a vida eterna,quando vier de novo em sua gloria.
Ass: Amém.
O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass: Amém.
56. À despedida, o diácono, ou o próprio sacerdote diz unindo as mãos:
Em nome do Senhor, ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
Ass: Graças a Deus!
Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.
Caso ocorra ainda alguma ação litúrgica omite-se o rito de despedida.
CANTO FINAL
COMO O SOL NASCE DA AURORA)
COMO O SOL NASCE DA AURORA,
DE MARIA NASCERÁ
AQUELE QUE A TERRA SECA
EM JARDIM CONVERTERÁ
Ó BELÉM, ABRE TEUS BRAÇOS
AO PASTOR QUE A TI VIRÁ.
EMANUEL,
DEUS CONOSCO,
VEM AO NOSSO MUNDO,
VEM!
